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CEFALEIA TENSIONAL

 

Ela é menos incomum do que a gente gostaria e provavelmente você já teve o desprazer de senti-la. Vamos falar sobre uma dorzinha de cabeça chata que, ao longo da vida, ataca sete entre cada dez brasileiros: a cefaleia tensional.4

 
 

Dorflex (dipirona monoidratada, citrato de orfenadrina, cafeína anidra)

Por combinar dipirona com orfenadrina e cafeína, Dorflex possui ação analgésica e é também relaxante muscular. Descubra um pouco mais sobre cada uma das substâncias de sua fórmula:

Dipirona
É um medicamento que interrompe ou diminui a transmissão dos impulsos dolorosos, indicado para ser utilizado por um tempo curto, em casos de dores leves a moderadas.

Orfenadrina
Relaxante muscular com propriedades analgésicas que atuam em receptores do sistema nervoso central, a orfenadrina ajuda a reduzir a tensão (contratura) muscular. Pode ser associada a um analgésico, normalmente a dipirona.

Cafeína
Conhecida por seu efeito estimulante, a cafeína tem também uma variedade de aplicações médicas importantes. Quando combinada a analgésicos nas doses terapêuticas recomendadas, melhora significativamente a eficácia do medicamento.


Depois de descobrir um pouco mais sobre a ação das substâncias que ajudam a amenizar a dor fica mais fácil compreender o mecanismo de Dorflex. Sua fórmula combina dipirona com a orfenadrina e cafeína. Dorflex possui ação analgésica e relaxante muscular.

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Dorflex®

SINTOMAS

Cefaleia tensional Os sintomas da dor de cabeça tensional costumam ser dor em forma de pressão na cabeça, dor que afeta nuca e costas, sensibilidade excessiva nos ombros, pescoço e couro cabeludo.

Cefaleia em salvas São caracterizadas por dores de grande intensidade que parecem “punhaladas”. Evoluem em crises que podem durar de 15 minutos a 3 horas, podendo ser acompanhadas de lacrimejamento, olhos vermelhos, coriza ou obstrução nasal, entre outros.3

Enxaqueca ou migrânea Dor de cabeça de intensidade moderada a grave que pode durar de 4 a 72 horas. Dor latejante, normalmente é acompanhada de náuseas ou vômitos, e piora com a luz e com o barulho. Na maioria das vezes, se localiza em um dos lados da cabeça ou na região em torno dos olhos.
 

CAUSAS

Cefaleia Tensional Embora a causa definitiva da cefaleia tensional ainda seja desconhecida, sabe-se que alguns dos seus “gatilhos” são: má postura, cansaço ou atividade física intensa/excessiva. Mais recorrente entre as mulheres, ela traz uma sensação de aperto, como se houvesse uma faixa pressionando a cabeça. Ou então, pode ocorrer em dois pontos, normalmente testa e nuca ou testa e topo da cabeça. No melhor dos casos, a dor dura apenas alguns minutos, no entanto, é possível que demore dias para ir embora.

 

Outros tipos de cefaleia Existem muitos outros tipos de cefaleias, inclusive cefaleias que são consequência de doenças, como por exemplo a sinusite. Este tipo de cefaleia é chamada de secundária. É importante saber a causa da cefaleia para que seja feito o tratamento adequado.⁵. Nos casos de dores muito intensas e de maior duração é importante a avaliação médica para identificar se há doenças associadas e orientar o tratamento.

ATENÇÃO

Quando a cefaleia tensional aparecer, tente relaxar. Prefira praticar atividades físicas moderadas e intercaladas com alongamento, como yoga, tome banhos quentes, vá ao massagista e durma bem.

Caso desacelerar não seja uma opção na sua agenda, existem os tratamentos medicamentosos. São eles os analgésicos, os relaxantes musculares, as associações ou os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) - este último grupo pode comprometer a tolerabilidade gástrica de alguns pacientes e, por isso, precisa de prescrição médica.

É muito importante que você consulte o médico para fazer uma avaliação diagnóstica precisa e receber uma abordagem terapêutica completa para as suas necessidades individuais, principalmente quando a dor de cabeça se tornar recorrente.

Também é indispensável que você se alimente bem e pratique atividades físicas, respeitando os limites do seu corpo, é claro!

DORFLEX® É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA.

DORFLEX (dipirona monoidratada, citrato de orfenadrina, cafeína anidra). USO ADULTO.
Indicações: no alívio a dor associada a contraturas musculares, incluindo CEFALEIA TENSIONAL. MS 1.1300.0183. Última revisão: 23/08/2018. Em caso de febre ou alergia, procure seu médico. SE PERSISITIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Dezembro/2018.

Fontes:
Bula Dorflex® - (dipirona monoidratada + citrato de orfenadrina + cafeína anidra) [bula]. Suzano: Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda; 2017.

Sites (consultados em Outubro/2017):
• http://www.sbed.org.br
• http://bvsms.saude.gov.br
• http://www.sbot.org.br
• http://ortopediabr.com.br
• http://medicinadoesporte.org.br/diretrizes
• http://patologiadacoluna.com.br
• http://doresmusculares.com
• https://blog.drconsulta.com/2017/09/nodulo-no-pescoco-afinal-o-que-pode-ser/

Artigos:
• Fernandes TL, Pedrinelli A, Hernandez AJ. Lesão muscular - fisiopatologia, diagnóstico, tratamento e apresentação clínica. Rev. Bras. Ortop. 2015 Dec 8; 46(3):247-55
• Fernandes TL, Pedrinelli A, Hernandez AJ. Sports injuries among amateurs athletes at a Brazilian university. Acta Ortop Bras. 2017 Mar-Apr; 25(2):93-98.
• Muglia Wechsler S., Zavarize·, SF. Lombalgia e qualidade de vida: estudo da produção científica no Brasil. Psicodebate 10 Vol. 10 (2010): 269-277
• Pires RAM., Dumas FVL. Lombalgia: revisão de conceitos e métodos de tratamentos. Universitas Ciências da Saúde vol. 6 no 2º (2008): 159-168
• Macedo DDP. Lombalgias. Cienc. Cult. Vol.6 no.2º (2011): 42-44

Referência 1 - Velloso, G. Lombalgia: incidência, sintomas e diagnóstico. Universitas Ciência da saúde. v. 02 n. 02º p. 252-257, Brasília.
Referência 2 - Schmidt, RF & Willis, WD. Neck Pain. In: Encyclopedia of Pain; Publisher: Springer Berlin Heidelberg; 2007: 1258.
Referência 3 - Acesso em 24/10/2014: http://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/back-pain/basics/causes/con-20020797/
Referência 4 - Benseñor IM & Morais MSBBF. Cefaleias Primárias. Rev. Bras. Med. 2009; 66 (6): 138-147.