Se você está com dor na nuca, pode ser que esteja passando por momentos de estresse e ansiedade. Saiba mais sobre esse e outros gatilhos que causam o incômodo.
Quais são as dores mais comuns de quem passa horas estudando?
Conteúdo incluído em: 19/10/2026
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Quem encara a rotina competitiva de preparação para vestibulares, concursos públicos ou exames universitários sabe bem que o corre dos estudos exige longas horas dedicadas à matéria. Esse hábito é frequentemente marcado por passar tempo prolongado sentado e em posturas inadequadas.1
Mas essa permanência na mesma posição, somada à carga mecânica contínua e ao estresse acadêmico, costuma cobrar uma conta alta do corpo.2 Pesquisas com estudantes revelam que as queixas mais frequentes são as dores na região lombar e a dor na cervical (pescoço), seguidas de perto por incômodos nos ombros e nas costas.1,2,3
Além disso, passar de 3 a 5 horas diárias ou mais na frente do computador e de aparelhos digitais já virou parte da rotina de muitos estudantes, mas esse tempo contínuo de tela figura justamente entre as causas mais frequentes de cansaço e dor nos olhos e na cabeça.3,4 E o esforço para manter a cabeça flexionada sem intervalos sobrecarrega a musculatura de sustentação da nuca e dos ombros.4,5
A boa notícia para você seguir firme e com disposição rumo à sua conquista é que o cansaço nos olhos costuma sumir com pequenos descansos, e existem muitas atitudes simples para evitar que as dores musculares e a dor de cabeça travem o seu dia a dia.4,6
Continue a leitura com a gente e confira dicas práticas de postura, pausas inteligentes e cuidados para aliviar a dor do corpo e manter o ritmo no seu corre rumo à aprovação!
Dor nos olhos e na cabeça durante os estudos
Passar horas estudando em telas gera uma sobrecarga que está entre as causas mais frequentes de cansaço e desconforto visual, um quadro que a Associação Americana de Optometria dá a esse quadro o nome de síndrome visual do computador ou fadiga ocular digital.4
E esse problema é muito mais comum do que parece: estima-se que 50% ou mais das pessoas que usam computador no dia a dia sofram com esses sintomas nos olhos.7
Suas manifestações costumam se dividir em dois grupos principais:7
Pois em um ritmo normal do dia a dia, costumamos piscar por volta de 15 vezes por minuto. No entanto, quando estamos utilizando a tela do computador ou de outros dispositivos, essa frequência cai para cerca de 5 a 7 vezes no mesmo intervalo.8 O ato de piscar é essencial porque é a forma pela qual o olho obtém a umidade de que necessita em sua superfície.8
Pessoas que utilizam telas por duas ou mais horas consecutivas ao longo do dia apresentam o maior risco de desenvolver fadiga ocular digital.4 Entre os sintomas documentados para o cansaço visual estão a dor de cabeça e dores no pescoço, nos ombros ou nas costas.4
Além disso, na rotina de preparação e provas, passar horas com os olhos fixos na tela do computador ou debruçado sobre livros e materiais de leitura sem intervalos gera uma sobrecarga na visão que figura entre as causas para o aparecimento da cefaleia tensional.4,6
Dor de cabeça na testa e cefaleia tensional: quando a tensão cobra a conta
A dor de cabeça que se manifesta na região frontal pode ser uma cefaleia tensional, que é caracterizada pela sensação de uma faixa apertada ao redor da cabeça exercendo pressão sobre a testa e as têmporas.6
Alguns especialistas acreditam que a dor começa quando os músculos entre a cabeça e o pescoço se contraem em nós de tensão, o que acaba enrijecendo a musculatura do couro cabeludo.6 Essa reação em cadeia na musculatura pode ocorrer quando o indivíduo está sob estresse ou lidando com conflitos emocionais.6
Além disso, a má postura ao estudar é outro fator desencadeante conhecido: passar horas curvado sobre livros e telas, projetando a cabeça para a frente e deixando os ombros caídos, gera uma sobrecarga mecânica contínua no pescoço.6,9
Esse aperto e rigidez acumulados nos músculos dos ombros e da nuca acabam dando início à crise, fazendo com que o desconforto se propague até a região da cabeça como uma dor constante e uma sensação de pressão na testa.6
A cefaleia do tipo tensional é a forma mais comum de dor de cabeça primária. Grande parte dos acometidos apresenta pouca ou nenhuma incapacidade, mas alguns indivíduos vivenciam sintomas que resultam em prejuízo na qualidade de vida,10 pois quando se tornam crônicas, essas dores podem dificultar a capacidade de foco nas atividades de estudo ou trabalho.6
Má postura e dor na cervical: o peso de horas debruçado nos livros
A inclinação anterior da cabeça impõe um aumento considerável nas forças aplicadas sobre a coluna cervical.9 Segundo cálculos realizados a partir de um modelo biomecânico, a cabeça de um adulto em posição neutra gera um peso de aproximadamente 5 kg sobre a coluna.9
Conforme a cabeça se inclina para a frente, essa força sobre o pescoço sobe para aproximadamente 12 kg a 15 graus, podendo chegar a expressivos 27 kg na angulação de 60 graus.9
A postura inadequada ocorre quando a cabeça é projetada para a frente acompanhada pela queda e anteriorização dos ombros.9 Nesse alinhamento desfavorável, os músculos, tendões e ligamentos do pescoço precisam trabalhar continuamente para amortecer e suportar toda essa sobrecarga mecânica que recai sobre a coluna cervical.9
Passar horas na mesma posição debruçado sobre os estudos impõe uma sobrecarga postural sustentada que gera fadiga e aumenta a rigidez muscular, sendo esse esforço estático associado ao surgimento de dores e tensão no pescoço e nos ombros.2,3
Além disso, quando o pescoço perde sua curvatura natural, o estresse sobre as estruturas da coluna aumenta aos poucos, uma sobrecarga que, a longo prazo, pode favorecer desgastes precoces e, em situações mais severas, até a necessidade de cirurgia.9
Para diminuir a tensão sobre a coluna e poupar a musculatura de tanta sobrecarga, a postura considerada ideal e mais eficiente para o corpo é manter as orelhas alinhadas com os ombros e recolher as escápulas levemente para trás.9
Estima-se que as pessoas passem, em média, de duas a quatro horas por dia com a cabeça inclinada para leitura e troca de mensagens em dispositivos móveis, acumulando de 700 a 1.400 horas anuais de estresse sobre a cervical, sendo possível que um estudante do ensino médio possa passar cerca de 5.000 horas adicionais em postura inadequada.9
Horas na mesma cadeira: por que surge a dor no cóccix e no corpo?
O termo coccidínia designa a presença de dor no cóccix, uma estrutura óssea situada na extremidade inferior da coluna vertebral, composta pela fusão de três a cinco vértebras.11 Na posição sentada, o cóccix atua auxiliando na estabilização e no suporte do peso corporal, além de ser o ponto de inserção de diversos músculos, ligamentos e tendões.11
Passar muito tempo sentado pode exercer pressão mecânica excessiva diretamente sobre esse osso, principalmente ao utilizar assentos rígidos.11 Além da sobrecarga direta no osso, a falta de amortecimento e apoio adequado faz com que o cóccix atrite contra os músculos, ligamentos e tendões da região, o que pode provocar inflamação e desconforto local.11
Além do impacto direto no cóccix, passar horas imóvel na mesma cadeira afeta a saúde de toda a coluna e dos músculos das costas.12 A manutenção prolongada dessa postura sentada reduz a lubrificação das articulações e a hidratação dos discos intervertebrais, aumentando a rigidez da coluna lombar.12
Ao mesmo tempo, essa imobilidade exige que os músculos das costas fiquem ativados sem descanso, gerando tensão localizada, fadiga e estiramentos que prejudicam o controle dos movimentos e aumentam a sobrecarga sobre os ligamentos da coluna.12
Com o tempo, a permanência frequente em posições desconfortáveis e posturas sustentadas pode provocar o descondicionamento e o encurtamento desses tecidos moles e músculos, o que restringe a amplitude de movimento das articulações e distorce a biomecânica natural do corpo, elevando o risco de lesões.12
Passar horas contínuas na mesma posição é ainda mais desfavorável caso você também enfrente a dor ciática, um desconforto que surge quando o nervo ciático sofre irritação ou compressão mecânica.13 A causa mais frequente desse quadro é a protrusão ou hérnia de disco (quando o tecido macio entre as vértebras se desloca), uma condição cuja probabilidade aumenta com o avanço da idade.13
As manifestações clínicas da ciática costumam atingir os glúteos e a face posterior de uma das pernas até o pé, manifestando-se por meio de dor em queimação aguda, formigamento, dormência e fraqueza.13
Para aliviar a dor e acelerar a recuperação da crise ciática, a orientação principal é não permanecer deitado ou sentado por longos períodos; mesmo que haja incômodo ao se movimentar, manter o corpo ativo não é prejudicial e ajuda na melhora.13 Já para quem estuda e precisa evitar que a ciática retorne no futuro, recomenda-se adotar uma boa postura ao sentar e ficar de pé, além de atenção à ergonomia ao utilizar o computador.13
Hábitos saudáveis e prevenção: dicas de ergonomia para concurseiros e estudantes
Adotar hábitos mais saudáveis e organizar o espaço de estudos são medidas fundamentais para amenizar o cansaço visual e reduzir a sobrecarga sobre a musculatura durante a preparação.4,5
A regra 20-20-20 para proteção dos olhos
Para amenizar a sobrecarga da visão digital, a Associação Americana de Optometria orienta a aplicação da regra 20-20-20: pausar o uso de telas a cada 20 minutos para focar o olhar em um objeto distante a 20 pés (cerca de 6 metros) por 20 segundos.7
Essas pausas visuais frequentes e curtas ajudam a relaxar a acomodação e a convergência dos olhos, reduzindo o desconforto visual sem prejudicar o ritmo de trabalho.7 Criar o hábito de desviar o olhar da tela ocasionalmente para focar objetos à distância é uma forma eficiente de proporcionar repouso aos olhos.8
Ajustes simples na estação de estudos
Para manter uma boa postura durante os estudos, atente-se aos seguintes pontos ergonômicos:
Pausas ativas e alongamentos
Por melhor que seja a sua postura, passar muito tempo sentado ou sem se movimentar não faz bem à saúde.14 Ao longo do dia, é importante mudar de posição com frequência: faça pequenos ajustes no encosto da cadeira, alongue as mãos, os braços e o tronco, e levante-se de tempos em tempos para caminhar um pouco.14
Fazer pausas ativas para mudar de posição ajuda a melhorar:12
Estudos com trabalhadores de escritório indicam que pausas curtas (de até 10 minutos) e frequentes (pelo menos a cada hora) podem ajudar a reduzir dores musculares, embora os pesquisadores apontem que ainda são necessários estudos de maior qualidade para comprovar esses benefícios.12
Como aliviar a dor e não perder o foco na preparação
Dedicar-se aos estudos exige longos períodos na mesma posição, uma postura estática que ativa a musculatura sem descanso e acaba gerando fadiga e sobrecarga no corpo.12
Quando esse esforço físico se soma ao estresse emocional da rotina, os músculos entre a cabeça e o pescoço podem se contrair em nós dolorosos (contraturas), desencadeando um efeito cascata que repuxa o couro cabeludo e projeta a cefaleia tensional para a testa.3,6
É exatamente nesse momento em que o corpo trava que Dorflex® atua como um parceiro específico para o seu corre: de acordo com a bula, ele é indicado justamente para o alívio de dores associadas a contraturas musculares, englobando também a dor de cabeça tensional.15
Para combater tanto a contratura muscular no pescoço e nos ombros quanto a dor que sobe para a cabeça, o medicamento une ação analgésica e relaxante muscular em cada comprimido, combinando 300 mg de dipirona monoidratada, 35 mg de citrato de orfenadrina e 50 mg de cafeína anidra.15
Essa dupla ação atua no foco do desconforto e começa a agir a partir de 30 minutos após a administração para ajudar você a aliviar a dor da contratura muscular e recuperar o bem-estar.15 Como base analgésica da fórmula, a dipirona é uma substância consagrada na medicina, utilizada na prática clínica desde 1922 por sua reconhecida ação contra a dor, febre e espasmos.16
Cuide do seu corpo para conquistar sua vaga
As pausas no trabalho ou estudo não prejudicam a produtividade e até promovem maior concentração, alerta e disposição, embora as evidências científicas sobre esses benefícios ainda sejam consideradas limitadas.12
Na maioria das vezes, o cansaço visual desaparece apenas com descanso e medidas simples de cuidado com os olhos.4 Já para evitar a cefaleia tensional, o manejo do estresse por meio de exercícios físicos regulares e descanso suficiente pode fazer parte das medidas de prevenção.6
Além disso, manter o corpo em posição neutra ao estudar reduz a sobrecarga e diminui o risco de desenvolver distúrbios osteomusculares.14 Caso ocorram episódios ocasionais de cefaleia tensional ou dores musculares, o uso de medicamentos analgésicos adequados, como Dorflex®, somado à redução do estresse, pode auxiliar no controle do desconforto.6
Equilibrar o foco nos estudos com o autocuidado diário é o segredo para render mais e conquistar a sua vaga com saúde. Para conferir mais orientações práticas sobre postura, hábitos saudáveis e alívio de tensões, continue navegando pelos artigos do nosso blog!
FAQ - Perguntas frequentes
Estudar por muitas horas pode causar dor de cabeça na testa?
Sim. O cansaço visual causado por encarar a tela do computador ou livros por muito tempo sem pausas é um dos gatilhos para a dor de cabeça tensional.6 Esse tipo de dor costuma gerar uma sensação de pressão ou aperto na testa e nas têmporas.6 É o mesmo esforço ocular que sentimos ao fazer qualquer atividade prolongada que exija foco de perto, como ler, escrever ou até costurar.8
Como aliviar a dor na nuca causada por ler muito tempo olhando para baixo?
Para diminuir o estresse na coluna cervical ao utilizar celulares, é recomendado fazer um esforço consciente para manter o pescoço em postura neutra e evitar passar horas curvado para a frente.9 Fazer pausas é uma medida recomendada para atenuar os efeitos negativos de passar muito tempo sentado com má postura.12
O que significa sentir dor atrás dos olhos após horas de leitura?
DORFLEX® (dipirona monoidratada, citrato de orfenadrina, cafeína anidra). Indicações: no alívio da dor associada a contraturas musculares, incluindo cefaleia tensional. MS 1.8620.0008. O USO DO MEDICAMENTO PODE TRAZER ALGUNS RISCOS. Leia atentamente a bula. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
Conteúdo gerado usando inteligência artificial.
MAT-BR-2604881-1.0-10/2026
Dorflex®
"Este artigo foi elaborado e revisado pela equipe de conteúdo Dorflex. Com a autoridade de quem é especialista no combate à dor no Brasil, nosso objetivo é fornecer conhecimento prático e seguro, baseado em referências, para que você possa tomar as melhores decisões para sua saúde e sua rotina."